A criação do Setor de Educação Especial
(SEE) deveu-se à importância de encontrar caminhos institucionais
que pudessem dar conta do atendimento a alunos do Colégio Pedro
II que têm necessidades especiais. O setor ficou a cargo de uma
docente com formação específica e com larga experiência
no trabalho com tais alunos.
Compete ao setor:
· fazer o levantamento da legislação pertinente
à matéria e sua aplicação na Instituição;
· mapear os trabalhos desenvolvidos pela Instituição
no campo da Educação Especial;
· realizar o acompanhamento pedagógico dos alunos portadores
de necessidades especiais, incluindo-os nas demais atividades do Colégio
Pedro II;
· propor, elaborar e rever os convênios com entidades públicas
e/ ou privadas, especializadas nessa forma de educação,
de modo a subsidiar o trabalho dos profissionais da escola.
Em 2004, o setor fez o levantamento dos principais casos que necessitavam
de atendimento especial em todas as Unidades Escolares, bem como das
necessidades específicas desses discentes. Há uma grande
diversidade de casos que já estão incorporados ao Colégio
Pedro II, embora com enormes dificuldades. Em alguns, constatou-se a
urgência em adaptações do ambiente físico;
em outros, a carência é de pessoal em número e qualificação
adequado ao trabalho com esses alunos; em outros ainda, é a família
e o aluno que precisam ser acompanhados fora da escola.
Na Unidade Escolar São Cristóvão III, concentram-se
os alunos com deficiência visual, provenientes do convênio
com o Instituto Benjamin Constant.
De todo modo, é mister que haja formação e capacitação
de docentes para o trabalho com alunos com necessidades especiais. Em
2004, alguns professores tiveram a oportunidade de participar de algumas
jornadas pedagógicas no Instituto Helena Antipoff, a partir de
contatos estabelecidos pela Chefe do SEE. Para 2005, estão sendo
planejados o estabelecimento e a reestruturação de convênios
que possam ampliar essa participação.
Ao longo do ano de 2004, o SEE esteve presente aos Conselhos de Classe
das turmas nas quais havia alunos com necessidades especiais, acompanhando
seu desempenho e auxiliando nas decisões. O contato com pais/
responsáveis, feito em conjunto com o SESOP, também foi
freqüente.
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