Projeto #BibliotecaIndica: Jogos Olímpicos

Publicado em

Design sem nome (31)

Olá, crianças! Papa Livros na área com mais um #BibliotecaIndica.

Aproveitaram as férias? Eu passei as últimas semanas aprendendo sobre um monte de esportes assistindo aos Jogos Olímpicos em Tóquio. Decidi trazer muitas informações sobre esportes e atletas olímpicos. Vamos aprender juntos?      

Biblioteca Indica_n35_imagem1

As Olimpíadas acontecem a cada 4 anos em cidades diferentes ao redor do mundo e são divididos em Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos, com edições de verão e de inverno. Os Jogos Olímpicos de Tóquio são uma edição de verão.

E vocês sabem qual a diferença entre Olimpíadas e Olimpíada? Quando usamos o termo no plural, estamos falando sobre as competições que acontecem entre os atletas no futebol, vôlei, basquete, ginástica e outras modalidades esportivas. Mas quando usamos a palavra no singular, estamos nos referindo a um período de tempo entre a realização de dois Jogos Olímpicos.

Fiquei muito curioso em saber como essas competições começaram. O Ricardo Prado, atleta e medalhista olímpico da natação, conta pra gente o que representa o Movimento Olímpico, os símbolos dos Jogos e falou sobre a bandeira olímpica.

Esse vídeo sobre o Movimento Olímpico me fez relembrar a emoção que vivi quando soube que teríamos uma edição dos Jogos Olímpicos acontecendo bem aqui no Rio de Janeiro, em 2016. Nossos mascotes se chamavam Tom e Vinicius e eles viveram várias aventuras através do esporte.

Muitos amigos meus ficaram sabendo que estavam acontecendo as Olimpíadas e se animaram para fazer uma competição entre eles! Será que deu certo? No canal Varal das Histórias ficamos sabendo o que aconteceu!

Um esporte superlegal que eu curti acompanhar foi o Skateboarding. A primeira vez que o skate fez parte das Olimpíadas foi na edição desse ano e o Brasil já chegou ganhando medalhas. A Rayssa Leal tem 13 anos, mora no Maranhão e conquistou a medalha de prata em uma modalidade chamada Skate Street. Quem também saiu de Tóquio com uma medalha de prata, mas na modalidade Skate Park, foi o Pedro Barros, que é de Santa Catarina. O Brasil, de norte a sul, muito bem representado em Tóquio!

Biblioteca Indica_n35_imagem2

Biblioteca Indica_n35_imagem3

A Rayssa, que é conhecida como Fadinha, fez um passeio de skate pela cidade na companhia de vários amigos meus – e nós todos achamos que ela é mesmo uma fada!  

Uma coisa muito bacana nessas Olímpiadas, principalmente nas competições de skate, foi ver a amizade entre atletas de várias nacionalidades. A Rayssa é tipo BFF da Sky Brown, que foi medalhista de bronze no Skate Park competindo pela Grã-Bretanha. Olhem que demais as meninas juntinhas fazendo muitas manobras iradas!

Mas atenção, prestem muita atenção: não tentem essas manobras sem a supervisão de um adulto, combinado?

Outro esporte muito famoso aqui no Brasil e que já conquistou muitas medalhas nos Jogos Olímpicos de Verão é o voleibol. O vôlei pode ser jogado tanto na quadra como na praia, por equipes femininas ou masculinas. Em Tóquio, a nossa seleção feminina foi medalhista de prata no vôlei de quadra!

Biblioteca Indica_n35_imagem4

Sabem quem adora jogar vôlei? A galera lá do Bairro do Limoeiro e uma de nossas turminhas favoritas: a Turma da Mônica. Não sei se eles ganhariam alguma medalha nas Olímpiadas, mas com Mônica e Cebolinha disputando quem vai usar o campinho, a confusão está garantida!

Vocês gostaram da minha participação no jogo da Turma da Mônica? Sou blogueiro, atleta e ator nas horas vagas!

Como a gente viu até aqui, os atletas que competem nas Olimpíadas estão lá representando com orgulho seus países. Mas o que acontece com a galera que nasceu em um país que está em guerra ou passando por muuuitos problemas e que precisou fugir de lá?

Refugiados são pessoas que, em razão da guerra ou de outras crises humanitárias, tiveram que sair de seus lugares de origem e pedir ajuda a outros países. E a primeira Equipe Olímpica de Refugiados competiu aqui no Rio de Janeiro em 2016, repetindo o feito nos jogos deste ano!

A Fafá, nossa velha conhecida aqui no #BibliotecaIndica, vai nos contar sobre a Yusra Mardini, uma atleta refugiada que fez parte desta equipe tanto no Rio de Janeiro como em Tóquio.

Quem não acompanhou os Jogos Olímpicos, não precisa ficar triste! No dia 24 de agosto começam as Paralimpíadas, onde atletas de altíssimo nível competem em modalidades esportivas adaptadas para portadores de alguma deficiência física ou motora. Mais uma chance para torcermos pelos atletas brasileiros, que mandam muito bem nessas competições!

O canal da edição do Rio 2016 mostrou um pouquinho de como foram os Jogos Paralímpicos por aqui. Já estou animadíssimo para acompanhar os paratletas em Tóquio!

Vou deixar uma dica aqui pra vocês: fiquem de olho no Daniel Dias, que é apenas o maior nadador paralímpico do mundo no masculino, dono de 24 medalhas em Paralimpíadas! O atleta brasileiro, que começou a competir após assistir aos Jogos Paralímpicos de Atenas 2004, já anunciou que vai se aposentar após as competições em Tóquio. Estaremos na torcida para que ele dê adeus às piscinas paralímpicas com muitas medalhas!

Me contem, qual é o esporte favorito de vocês? Vocês já praticam algum esporte ou se animaram depois dessa edição do #BibliotecaIndica? Contem aqui nos comentários ou pelo nosso e-mail: casadashistorias@cp2.g12.br.

Eu sou muito bom no salto em altura e também no salto em distância. Mas se a leitura de livros contasse como esporte olímpico, a gente aqui na Casa das Histórias já garantia umas 10 medalhas para o Brasil!

 

Abraços do seu amigo sapinho e atleta,

Papa Livros Flicts de Sousa.

 

 

Assuntos:

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Tema desenvolvido pela Comunicação Social do Colégio Pedro II para WordPress