‘Mostra Cinema é Poder’ é exibida no Humaitá II

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Alunos do Humaitá II participaram no dia 10 de julho da mostra “Cinema é Poder!”, que exibiu cinco curtas, entre eles os brasileiros “O dia em que Dorival encarou a guarda”, de Jorge Furtado; “Aluguel, o filme”, de Lincoln Péricles; “Kbela”, de Yasmin Thayná; “Nome de Batismo: Alice”, de Tila Chitunda; e “Now!”, do cubano Santiago Alvarez. Os curtas foram exibidos em dois turnos (manhã e tarde).

Iniciativa do Núcleo de Pesquisa em Ensino de Língua e Literatura (Nupell) do Colégio Pedro II em parceria com  Grupo de Estudos Multimídia (GEM) da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a exibição dos curtas foi uma continuidade da mostra realizada no dia 24 de junho, no Campus Fundão (UFRJ), quando alunos do Humaitá II assistiram a três filmes: “Les Maitres Fous”, Jean Rouch;  “Aluguel: o filme’ e “O dia em que Dorival encarou a guarda” e participaram de oficinas de confecção de zines.

As professoras do Nupell Ana Bernardes e Marta Rodrigues (esquerda) com os colegas do GEM Paulo Maia e Bernardo Oliveira e os estudantes do curso de letras da UFRJ. Ao fundo alunos do HU2
As professoras do Nupell Ana Bernardes e Marta Rodrigues (esquerda) com os colegas do GEM Paulo Maia e Bernardo Oliveira e os estudantes do curso de letras da UFRJ. Ao fundo alunos do HU2

O professor de Literatura e Cinema da UFRJ Paulo Maia, integrante do GEM, explicou que a mostra é um projeto de pesquisa e extensão construído em parceria com o Nupell e com a participação dos alunos do Colégio Pedro II. A proposta do grupo é levar a mostra para outras escolas de Ensino Médio.

Confira aqui mais fotos do evento!

Empoderamento

 “São curtas que mostram pessoas empoderadas e que contam sua própria história”, completou Paulo Maia. Seu colega do GEM Bernardo Oliveira, professor de Filosofia e Educação, destacou também a presença de cineastas negros na mostra. “Até a década de 70 não tínhamos cineastas negros, mas nos últimos 20 anos temos mais negros filmando no Brasil”, informou.

Alunos do turno da manhã assistem aos curtas da mostra
Alunos do turno da manhã assistem aos curtas da mostra

A professora de Português do Humaitá II e integrante do Nupell Ana Maria Bernardes ressaltou que os curtas exibidos têm em comum situações de  opressão, mas mostram também as diversas formas de resistência.  “A própria arte é uma forma de resistência”, observou.

Segundo a professora, a proposta é fazer com que os alunos saiam da posição passiva de só receber conteúdos. “Já montamos uma mostra com participação dos alunos na curadoria. Hoje em dia todos têm a câmera na mão; precisamos trabalhar as ideias na cabeça”, enfatizou.

Alunos do turno da tarde durante exibição dos curtas
Alunos do turno da tarde durante exibição dos curtas

Fã de cinema, videoclipes, rock alternativo e rap, Salomão Clauton Xavier Estevão, aluno da 1ª série, aprovou a mostra. Ele gostou mais do curta do Lincoln Péricles, por ter achado interessante a história do protagonista. “O cara é pobre e tenta ganhar dinheiro com cinema tendo apenas um curso técnico”, contou.

Salomão Xavier, 1ª serie da noite, aprovou a exibição dos curtas
Salomão Xavier, 1ª serie da noite, aprovou a exibição dos curtas

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