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Cinedebate do HU2 exibe três curtas no dia 18 de novembro

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No 18 de novembro  acontece mais uma edição do Cinedebate no Humaitá II. Desta vez, serão exibidos três curtas: “Apto. 304,  de J.P. Moraes; “Meu Nome” de Moa Nic; e  “Mergulhos”, de Tâmara Isaac.

A sessão, seguida de debate, acontece das 16:30 às 18:00, no auditório do campus, e contará com a presença dos realizadores dos curtas.

Em sua quinta edição em 2019, o  Cinedebate faz parte do projeto “Que CPII Queremos?” e  tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola, usando o cinema como ferramenta.

 

Saiba mais sobre os curtas:

Apto. 304”

  • Ano de produção: 2017
  • Duração: 06’36
  • Gênero: Comédia
  • Com Cláudio Araucellos
  • Escrito e dirigido por J.P. Moraes

Sinopse:  Um quarentão acaba de se mudar para um apartamento. Seus primeiros dias na casa nova vão de vento em popa… até que o vizinho do andar de cima começa a dar as “boas-vindas”.

“Meu Nome”

  • Ano de produção: 2019
  • Duração: 5’50
  • Gênero: Curta documentário
  • Escrito e dirigido por Moa Nic
  • Montagem: Moa Nic (com agradecimentos especiais à Vinícius Tamer)

Sinopse: Filme de arquivo sobre a trajetória do nome e consequentemente, da identidade da diretora.

“Mergulhos”

  • Ano de produção: 2019
  • Duração: 4 ‘00
  • Gênero: documentário
  • Direção: Tâmara Isaac
  • Montagem: Carol Coelho

Sinopse: Que caminhos nos são permitidos trilhar? Wagner é um jovem cheio de sonhos, entre tantos outros do Rio de Janeiro. Através de um mergulho na contradição, o filme provoca uma reflexão sobre a vida e as influências da sociedade sobre o que e como iremos viver.

18 novembro_ 3 CURTA_COM DIRETORES

 

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Cinedebate exibe ‘O Menino que descobriu o vento’

Cinedebate exibe documentário sobre Guerra dos Palmares

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Cinedebate exibe ‘O Menino que descobriu o vento’

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A quarta edição do GT de Cinedebate de 2019 exibe o filme exibe “O Menino que descobriu o vento”, do ator e diretor Chiwetel Umeadi Ejiofor. A projeção, seguida de debate, acontece no dia 29 de outubro, no auditório do Campus Humaitá II, em dois horários: das 9:30 às 12h e das 13:00 às 15:30.

Para participar das sessões, os alunos devem se inscrever no Setor de Orientação e Supervisão Pedagógica (Soep).

O filme britânico produzido pelo Canal Netflix é baseado em uma história real e  conta a história do jovem do Malawi que, inspirado por um livro de ciências, constrói uma turbina eólica para salvar seu vilarejo da fome.

 Ferramenta

Na segunda edição do Cinedebate de 2019 exibiu o documentário "A Pedra". Na foto a professora Heloise, uma das personagens do filme, com Felipe Dezerto
A segunda edição do Cinedebate de 2019 exibiu o documentário “A Pedra”. Na foto  Heloise da Costa , uma das personagens do filme, com Felipe Dezerto

O cinedebate é uma das ações do projeto “Que CPII Queremos?” e  tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola, usando o cinema como ferramenta.

“Pretendemos com essa atividade criar mais um espaço de diálogo e reflexão para a comunidade escolar do Humaitá II”, ressaltou o coordenador do Cinedebate, o professor de Francês Felipe Dezerto.

A iniciativa conta com o apoio do Sesop.

 

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Cinedebate exibe documentário sobre Guerra dos Palmares

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Cinedebate exibe documentário sobre Guerra dos Palmares

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A terceira edição do Cinedebate de 2019, um dos GTs do projeto “Que CPII Queremos?”, aconteceu durante a Jornada pedagógica de Geografia, no dia 3 de agosto, com a exibição do documentário “As Guerras de Palmares”, de Luiz Bolognesi, que trata da resistência negra no Brasil.

Alunos do 6º e 7º ano dos dois turnos assistiram ao documentário e participaram do debate
Alunos do 6º e 7º ano dos dois turnos assistiram ao documentário e participaram do debate

O documentário foi exibido para alunos do 6º e 7º, nos dois turnos. Os estudantes também viram uma animação Nana e Nilo feita  pelo professor de Artes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Sandro Lopes a partir do filme de Bolognesi.

O professor de Artes da UFRRJ Sandro Lopes falou sobre os desenhos que fez a partir do documentário 'As Guerras de Palmares'
O professor de Artes da UFRRJ Sandro Lopes falou sobre os desenhos que fez a partir do documentário ‘As Guerras de Palmares’

Em seguida, Sandro conversou com os alunos sobre os dois trabalhos. O coordenador do Cinedebate, Felipe Dezerto, ressaltou que as duas exibições tiveram como proposta debater a ressignificação da negritude.

“As Guerras de Palmares”  é um dos cincos episódios da série “Guerras do Brasil”, exibidas pela plataforma Netflix.

O evento foi uma parceria do GT de Cinedebate com a Equipe de Geografia do Humaitá II.

Saiba mais….

1 – As Guerras da Conquista
A guerra da conquista ainda não acabou. Veja como a população indígena foi dizimada e segue sua luta pela demarcação de terras até os dias atuais.

 

2 – As Guerras de Palmares
Cerca de 12 milhões de negros foram trazidos como escravos para o Brasil. A guerra dos Palmares escancara uma ferida que marca o país até hoje.

 

3 – A Guerra do Paraguai
Maior conflito da América Latina, a Guerra do Paraguai uniu Brasil, Uruguai e Argentina e deixou um saldo de 370 mil mortos em mais de 5 anos de confrontos.

 

4 – A revolução de 1930
A Era Vargas e o fim da Velha República. O paulista Júlio Prestes vence no voto, mas Getúlio sai de Porto Alegre e toma o Palácio do Catete à força.

 

5 – Universidade do Crime
Um retrato da falência do sistema prisional e o mapa do crime organizado, que domina os presídios, organiza o tráfico e mata mais de 60 mil pessoas por ano.

 

Série: Guerras do Brasil.doc | 5 Episódios de 26 Minutos
Gênero: Documentário
Diretor: Luiz Bolognesi
Duração: 26 min (cada episódio)

Ano: 2018     País: Brasil

 

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Terceiro cinedebate do Humaitá II exibe o curta ‘Dormente’

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Na segunda-feira, 26 de novembro, acontece a terceira edição do Cinedebate do Campus Humaitá II com a exibição do curta-metragem brasileiro “Dormente”, que mostra as sensações de uma jovem a caminho da depressão. A sessão seguida de debate será das 18:00 às 19:35, no auditório do campus, e contará com a participação da diretora e idealizadora do curta, Camille Frambach, e da psicóloga e produtora executiva do projeto, Giselle de Faria Pfaltzgraff.

O cinedebate é uma das ações do projeto “Que CPII Queremos?” e  tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola, usando o cinema como ferramenta. “Pretendemos com essa atividade criar mais um espaço de diálogo e reflexão para a comunidade escolar do Humaitá II”, ressaltou o coordenador do Cinedebate, o professor de Francês Felipe Dezerto. A iniciativa conta com o apoio do Setor de Supervisão e Orientação Pedagógica do campus (Sesop).

Nas duas edições anteriores, foram exibidos os filmes ‘Entre os muros da escola’ e “A Família Bélier”, ambos franceses.

Para participar os interessados devem realizar as inscrições no Sesop.

Saiba mais sobre

Camille FrambachFormada em Cinema e Audiovisual pela UFF.

Atualmente Diretora de vídeo na empresa Massiv-Webedia

Giselle de Faria PfaltzgraffPsicóloga Clínica / Terapeuta Floral/ Coach

Formada em psicologia clínica pela PUC/ RJ desde 1985

Cartaz_cine_debate_3 edição novo

 

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Cine-Debate no Humaitá II exibe ‘Entre os muros da escola’
Segunda edição do Cinedebate do HU2 exibe “A Família Bélier”

 

Setor de Comunicação do Campus Humaitá II

Segunda edição do Cinedebate do HU2 exibe “A Família Bélier”

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No dia 8 de outubro acontece a segunda edição do Cine-debate no Campus Humaitá II. Desta vez, será exibido o filme “A Família Bélier”, às 13:00, seguido do debate entre os participantes. O filme francês de 2014 trata de temas como a inclusão e a reordenação de uma família depois que uma filha de um casal de surdos resolve deixar a casa para estudar canto em Paris.

O evento será no auditório do campus. Mais cedo, das 10:30 às 12h, acontece no mesmo local uma mesa de relatos de experiências, com a participação de integrantes do Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Específicas (Napne) do campus e do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).

A inscrições para as duas atividades deverão ser realizadas no Setor de Supervisão e Orientação Pedagógica (Sesop) do campus.

O filme

“Paula é uma adolescente que enfrenta todas as questões comuns de sua idade: o primeiro amor, os problemas na escola, as brigas com os pais. Mas sua família tem algo diferente: seus pais e seu irmão são surdos e é ela quem administra a fazenda e traduz a língua de sinais nas conversas com os vizinhos. Um dia, porém, ela descobre ter o talento para o canto e que pode integrar uma escola prestigiosa em Paris. Agora, Paula precisa fazer uma escolha que a distanciará da família e a forçará a crescer.”

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Setor de Comunicação do Campus Humaitá II

Confira os principais eventos de 2019 no Campus Humaitá II

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O ano letivo que se encerra foi muito produtivo no Humaitá II, com destaque para a participação dos estudantes em olimpíadas nacionais e internacionais e em eventos dentro e fora do campus, que contaram também com a presença dos professores, técnicos, pais e responsáveis  e convidados de diversas áreas. Confira abaixo com foi 2019 no Humaitá II.

Olimpíadas

O ano começou com a conquista inédita do ouro por uma equipe formada por alunos da 3ª série na etapa nacional da Olimpíada Internacional Matemática sem Fronteiras (OIMSF). Na mesma competição, outras seis equipes, uma de cada ano/série, também ficaram com medalhas nas etapas nacional e regional.

Com esse resultado, os alunos da 3ª série foram convidados para a Asia International Mathematical Olympiad  – AIMO 2019. Um grupo de sete estudantes viajou para Taipé (Taiwan), onde aconteceu a competição,  e trouxe de lá mais medalhas: uma de prata, cinco de bronze e uma menção honrosa. Os alunos do Humaitá II se saíram bem ainda em uma prova de lógica, a WMGO, realizada pela primeira vez durante a AIMO. A aluna Helena Cornevicius Azevedo (1ª série) foi ouro nesta competição, que também deu duas pratas e quatro bronzes para o Humaitá II.

Alunos medalhistas da AIMO e WMGO 2019
Alunos medalhistas da AIMO e WMGO 2019 com a professora Priscila Belota, primeira à esquerda

Já na tradicional Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), estudantes do Humaitá II conquistaram nove medalhas, sendo uma de ouro, duas de pratas e seis de bronze. Outros 30 alunos do campus também receberam menção honrosa na competição.

Os estudantes do Humaitá II Helena Cornevicius Azevedo (1ª série), Isabela Millani Peixoto (3ª série ) e Leonardo Carrijo Atochero (6º ano) foram medalhas de prata na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2019.

Três equipes de estudantes do  Humaitá II se destacaram ainda na V edição da Olimpíada Geobrasil, conquistando seis medalhas de prata e quatro de bronze.

Na Olimpíada Interna de Química 2019 o aluno Miguel Costa Brito (2ª série) conquistou a prata e a aluna Helena Cornevicius Azevedo (1ª série) ficou com o bronze.

Aluna do HU2 participa de competição internacional da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear

 

Destaques

Medalhistas do JIFs do Humaitá II
Medalhistas do JIFs do Humaitá II

Os alunos do Humaitá II também se destacaram nos esportes em 2019. Nos Jogos Intercampi, alunos do 6° e 7º ano conquistaram medalhas de ouro no futsal, queimado em U e natação e  de prata na natação e xadrez.  Na etapa nacional dos Jogos dos Institutos Federais – JIF 2019, a aluna Carolina Albert  Salles  (1ª série)  ganhou cinco medalhas de ouro na natação, sendo três quebras de recordes; Clara Tavares   (2ª série) ficou em primeiro lugar  no  vôlei feminino e João Pedro Jannuzzi   (2ª série) foi medalhista de bronze no basquete masculino.

Aluna do HU2 é premiada como destaque em natação no 37º Intercolegial

Aluno do HU2 é bronze no intercolegial de judô

 

Integrantes do projeto Meninas Olímpicas do Impa: (esquerda)
Integrantes do projeto Meninas Olímpicas do Impa: Anna Beatriz (esquerda), Lavínia e Ana Luisa

Estudantes do campus se destacaram ainda em outras áreas, como a Matemática. Anna Beatriz Queiroz (1ª série), Anna Luisa (1ª série) e Lavínia Ponso e Vasconcelos (3ª serie) foram selecionadas para participar do projeto Meninas Olímpicas  do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa).

Aluna do 6º ano participa da XIX Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro

Aluno do HU2 vence concurso de ilustração da capa de material didático de Francês

Aluno do HU2 apresenta projeto de mapa digital do RJ em encontro internacional de História

 

Eventos

Alunos doam sangue durante campanha da ONG Hemocione realizada no HU2
Alunos doam sangue durante campanha da ONG Hemocione e do Hemorio realizada no HU2

Em 2019 o Humaitá II foi palco de muitos eventos. Alguns já aconteceram em edições anteriores, como a entrega do diploma aos participantes do Delf Scolaire pelo Departamento de Francês do Colégio Pedro II em parceira com a Aliança Francesa e o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro; a campanha de doação de sangue, uma parceria da Equipe de Ciências e Biologia com a ONG Hemocione e o Hemorio; e a mostra “Cinema é Poder!”, Iniciativa do Núcleo de Pesquisa em Ensino de Língua e Literatura (Nupell) do Colégio Pedro II em parceria com  Grupo de Estudos Multimídia (GEM) da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O campus também homenageou pela segunda vez os servidores aposentados, cerimônia organizada pela Direção-Geral e Biblioteca, e profissionais de diversas áreas na segunda edição da Feira de Profissões do Humaitá II, evento do Setor de Orientação Educacional e Pedagógica (Soep).

Psicólogo do HU2 fala sobre escolha e orientação vocacional para alunos do HU2

 

Aposentados do HU2 recebem homenagem na Biblioteca
Aposentados do HU2 recebem homenagem na Biblioteca

O Humaitá II sediou ainda em 2019 a 2ª Olimpíada Intercampi de Filosofia do CPII, com o tema “A felicidade é uma ilha?”. O evento foi uma realização do Departamento de Filosofia.

Alunos do Ensino Fundamental participam de oficinas de “Pastel Oleoso” e “Os Códigos dos Leques”

Selo do Nupell lança livro de cartas de alunos do Humaitá II

 

Pela primeira vez, o Núcleo de Apoio a Pessoas com Necessidades Específicas (Napne) do Humaitá II realizou o evento Cultura Surda”, em comemoração ao Dia Nacional do Surdo. O Soep, por sua vez, convidou os pais e responsáveis para participarem de dois eventos:   “Romper o silêncio e preservar vidas: o verdadeiro sentido do setembro amarelo” e  “Adolescência em foco: compreendendo essa fase da vida e qual o papel da família em tal contexto”.

Os tradutores e intérpretes de Libras Adriana Lopes (Ines) e Thiago Carlos da Silva (HU2)
Os tradutores e intérpretes de Libras Adriana Lopes (Ines) e Thiago Carlos da Silva (HU2) durante o evento ‘Cultura Surda’

Turmas do 6º ano do HU2 participam de rodas de conversa sobre saúde mental

 

A Biblioteca promoveu mais uma edição do evento em homenagem ao Dia Nacional do Livro  com o tema “Literatura em foco: como nasce um livro?” e foi parceira em outros eventos ao longo do ano: “Liberdades: mulheres, trabalho e leitura” e “Educação e (re)existência”, planejados pela professora  Nathalia Cardoso (Língua Portuguesa e Literatura);  “Hora do conto – Contos africanos”, promovido pelo Coletivo de Negrxs Lélia Gonzales; “Sistema político brasileiro: diálogos e reflexões”, planejado pelos alunos do turno da noite; e “Simulação do Conselho de Segurança da ONU”, ensaio geral dos alunos que participaram do “Jovem ONU”.

Alunos do Humaitá I visitam o HU2. Na foto, com a técnica do Laboratório de Química Giuseppina Provezano
Alunos do Humaitá I visitam o HU2. Na foto, com a técnica do Laboratório de Química Giuseppina Provezano

A Biblioteca foi palco ainda da atividade “Caça ao tesouro na biblioteca”que contou com a participação dos alunos do 5º ano do Campus Humaitá I. A visita dos futuros alunos ao Humaitá II aconteceu no dia 4 de dezembro e foi organizada pelos Soeps com apoio das Direções-Gerais dos dois campi.

Turno da noite recepciona alunos novos do Humaitá II

 

 Que CPII Queremos?

Iniciado em 2018, o projeto “Que CPII Queremos?” realizou uma série de eventos  em 2019.  O Cinedebate trouxe ao campus realizadores de documentários e de curtas e exibiu filmes que abordam algumas das temáticas trabalhadas pelo projeto.  O documentário “A Pedra”, de Davidson Davis Candanda , foi exibido em duas oportunidades: para professores e servidores e depois para alunos. Nos dois dias de exibição do filme, o Cinedebate contou com a presença de uma das personagens,  a professora Heloise da Costa.

Cinedebate exibe documentário sobre Guerra dos Palmares

Alunos do Hu2 fazem debate sobre ‘O Menino que descobriu o vento’

Alunos do HU2 participam de debate com realizadores de curtas

Vivian, ao centro, com alunos do Humaitá II
Vivian, ao centro, com alunos do Humaitá II

 

O GT de Convidados Externos trouxe para o campus a astrônoma Carioca Vivian Miranda, ex-aluna do Humaitá II que trabalha na construção de um telescópio para a Nasa. Em outubro, o GT convidou especialistas para conversar com a comunidade escolar sobre   educação inclusiva em dois dias de debate.

Pesquisador do Inmetro fala sobre nanotecnologia para alunos do HU2

 

Visitas

Especialistas de diversas áreas passaram pelo campus em 2019, abordando assuntos que foram da astronomia e matemática ao samba enredo, passando pelas temáticas do surgimento das favelas no Rio de Janeiro e da trajetória das jovens negras.

O campus também recebeu pela segunda vez os alunos da escola dinamarquesa Viden Djurs – Brazil Football College e um grupo de poetizas, o Slam da Minas do RJ.

Alunos da escola Dinamarquesa Viden Djurs – Brazil Football College durante oficina de dança no HU2
Alunos da escola Dinamarquesa Viden Djurs – Brazil Football College durante oficina de dança no HU2

Advogada faz palestra sobre luta das mulheres pela redução das desigualdades de direitos

Refugiada faz relato para plateia de alunos e servidores do HU2

 

Sábados letivos

Algumas equipes pedagógicas do campus realizaram eventos nos sábados letivos de 2019. Os professores de Geografia e História promoveram uma Jornada Pedagógica, enquanto os de Francês, Espanhol e Inglês se juntaram para organizar a Primeira Feira de Línguas Estrangerias “Línguas e Culturas”. A equipe de Ciências e Biologia realizou ainda mais um Plantão Verde no Humaitá II.

Professores do HU2 realizam ‘Sábado Letivo da Matemática’

Sábado Letivo de Desenho reúne Ensino Fundamental em programação diversificada

 

 

Apresentação musical durante a Primeira Feira de Línguas e Culturas do HU2
Apresentação musical durante a Primeira Feira de Línguas Estrangeiras do HU2

Fora do campus

Destacamos ainda a partição de alunos e professores em eventos e atividades fora do campus:

Alunos do HU2 visitam mostra no Palácio da Justiça sobre os direitos e conquistas das mulheres

Coral do Humaitá II se apresenta no IV MIAC

Alunos do Humaitá II apresentam trabalhos na XXXII Jornada de Iniciação Científica da Fiocruz

Alunos do 9º ano do HU2 visitam Museu Casa de Rui Barbosa

Alunos do Humaitá II participam de oficina de fanzines na UFRJ

Grupo Jogada ensaiada: textos de futebol e filosofia do HU2 visita Maracanã

Integrantes da Zipet participam do Junior Achievement Day

Turmas do 8º ano do Humaitá II visitam Casa Firjan

Alunos do HU2 participam de debate com atriz e diretor de Antígona

Alunos do Humaitá II participam do projeto ‘Jovem ONU’ da Escola SESC

Alunos da 2ª série integrantes da Zipet participam da “Junior Achievement Day”
Alunos da 2ª série integrantes da Zipet participam da “Junior Achievement Day”

 

 

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Alunos do HU2 participam de debate com realizadores de curtas

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Na quinta edição do Cinedebate do Humaitá II, os alunos tiveram a oportunidade de assistir aos curtas ” Apto. 304”, J.P. Moraes; “Meu Nome”, de Moa Nic; e “Mergulhos”, de Tâmara Isaac e participar em seguida de um debate com os realizadores. O evento aconteceu na segunda-feira, 18 de novembro, no auditório do campus.

O Cinedebate faz parte do projeto “Que CPII Queremos?” e  tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola, usando o cinema como ferramenta.

os realizadores dos curtas: JP. Moraes (Apto. 304); Moa Nic (Meu Nome); eTâmara Isaac (Mergulhos)
os realizadores dos curtas: JP. Moraes (Apto. 304); Moa Nic (Meu Nome); eTâmara Isaac (Mergulhos)

Primeiro curta a ser exibido, “Apto. 304” conta a história de um quarentão acaba de se mudar para um apartamento. Seus primeiros dias na casa nova vão de vento em popa, até que o vizinho do andar de cima começa a dar as “boas-vindas”. O diretor J.P. Moraes, que também foi o responsável pelo  roteiro, disse que o curta foi seu primeiro trabalho e que ficou feliz com o resultado. Segundo ele, o projeto nasceu de um exercício proposto pelo professor de uma disciplina de um curso na área de audiovisual. “Talvez tivesse uma mensagem na época em que foi feito, mas hoje prefiro deixar que cada um interprete o filme a partir do seu olhar”.

“Meu Nome” e “Mergulhos” são dois documentários. enquanto o primeiro é autoral, um filme de arquivo sobre a trajetória do nome e, consequentemente, da identidade da diretora, o segundo mergulha no universo das pessoas que vivem em situação de rua. Vagner, o menino entrevistado pela diretora, fala sobre sua vida, seus sonhos e seus medos.

O professor de Filosofia Bernardo Barreto (em pé), um dos integrantes do GT de Cinedebate, conduziu o debate
O professor de Filosofia Bernardo Barreto (em pé), um dos integrantes do GT de Cinedebate, conduziu o debate

Nic Moa e Tâmara também estrearam na direção a partir de uma proposta de trabalho de conclusão de uma disciplina sobre documentário. Nic Moa disse que demorou até descobrir o tema para seu curta. “Acabei falando sobre identidade por ser esse um tema muito particular aos transgêneros”, revelou.

Já com Tâmara o tema surgiu de uma realidade que a circunda. Os meninos retratos no filme estão sempre mergulhando nas águas da Baia da Guanabara, na altura da Praça Mauá, onde ela trabalha. “Primeiro eu filmei as crianças. Só depois eu consegui falar com um deles, o Vagner, que acabou sendo o personagem principal do meu curta”, explicou.

Plateia formada por por turmas do 8º ano da tarde, além de outros alunos do Ensino Médio
Plateia formada por por turmas do 8º ano da tarde, além de outros alunos do Ensino Médio

Para os alunos interessados em seguir carreira na área do audiovisual, os três deram algumas dicas. J.P. Moraes falou que sempre gostou de cinema, mas achava que não era uma área acessível. Mas depois que abandonou o curso de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele acredita que é possível atuar na área, apesar das dificuldades, e que não é preciso esperar entrar na universidade para começar. “Existem laboratórios em festivais destinados a estudantes com menos de 18 anos”, informou.

Nic Moa também fez um percurso por alguns cursos, como Arquitetura, Design e Psicologia antes de entrar para o mundo do audiovisual, aos 24 anos.  “Aí você descobre que existe uma rede colaborativa entre as pessoas  e que não é impossível atuar nessa área”, contou. Aos 33 anos, Tâmara concordou com a colega. “Eu filmei meu curta todo com o celular. As ferramentas são muitas hoje em dia.  A gente precisa gostar de estudar, procurar pelas imagens e pelos sons.Mas, antes de tudo, é importante ser apaixonado pela vida para se contar uma boa história”, opinou.

Saiba mais sobre os curtas:

Apto. 304”

  • Ano de produção: 2017
  • Duração: 06’36
  • Gênero: Comédia
  • Com Cláudio Araucellos
  • Escrito e dirigido por J.P. Moraes

“Meu Nome”

  • Ano de produção: 2019
  • Duração: 5’50
  • Gênero: Curta documentário
  • Escrito e dirigido por Moa Nic
  • Montagem: Moa Nic (com agradecimentos especiais à Vinícius Tamer)

“Mergulhos”

  • Ano de produção: 2019
  • Duração: 4 ‘00
  • Gênero: documentário
  • Direção: Tâmara Isaac
  • Montagem: Carol Coelho

Sinopse: Que caminhos nos são permitidos trilhar? Wagner é um jovem cheio de sonhos, entre tantos outros do Rio de Janeiro. Através de um mergulho na contradição, o filme provoca uma reflexão sobre a vida e as influências da sociedade sobre o que e como iremos viver.

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Cinedebate exibe ‘O Menino que descobriu o vento’

Cinedebate exibe documentário sobre Guerra dos Palmares

Confira outras edições do Cinebate/Que CPII Queremos?

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Alunos do Hu2 fazem debate sobre ‘O Menino que descobriu o vento’

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A quarta edição do GT de Cinedebate de 2019 exibiu o filme “O Menino que descobriu o vento”, do ator e diretor Chiwetel Umeadi Ejiofor. O cinedebate é uma das ações do projeto “Que CPII Queremos?” e  tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola, usando o cinema como ferramenta.

O filme britânico produzido pelo Canal Netflix é baseado em uma história real e conta a história do jovem do Malawi que, inspirado por um livro de ciências, constrói uma turbina eólica para salvar seu vilarejo da fome.

No debate que se seguiu à projeção do filme, os alunos destacaram a persistência do protagonista, que, apesar das adversidades, não desistiu de projeto de construção de uma turbina eólica para resolver o problema da falta de água na comunidade onde vivia.

Felipe Dezerto, coordenador do GT Cinedebate, disse que o filme trata do papel transformador da educação
Felipe Dezerto, coordenador do GT Cinedebate, disse que o filme trata do papel transformador da educação

Escola

O coordenador do Cinedebate, Felipe Dezerto (Francês), observou que a escola da comunidade era a única presença do estado em uma região marcada pela pobreza e pela fome. “E ainda assim era paga e, por isso, não era para todos”, enfatizou.

Alguns alunos também falaram da resistência do pai em apoiar o projeto do filho. Para Felipe, o pai incentivava os filhos a estudarem, apesar de não ter tido a oportunidade de frequentar a escola. “Ele apenas não tinha a dimensão de quão transformadora a educação pode ser”, ressaltou.

O Aluno Otto Brandão, do 7º ano, acredita que o pai demonstrou ter medo do diferente e do novo. “Isso acontece com as pessoas mais velhas”, enfatizou.

Professor Bernardo (Filosofia) destacou a participação do apoio da comunidade ao projeto de turbina Eólica
Professor Bernardo (Filosofia) destacou a participação da comunidade na construção da turbina Eólica

Comunidade

O professor de Filosofia Bernardo Barreto, integrante do GT de Cinedebate, disse que assistia ao filme pela segunda vez e destacou a participação da comunidade na execução  do projeto. “Sem a ajuda dos moradores do local o protagonista não teria conseguido colocar a turbina eólica pra funcionar”, pontuou.

Bernardo também convidou os alunos a refletirem sobre a presença do ocidente na África. “O filme tende a mostrar que a tecnologia ocidental foi a solução para o problema da fome, mas não podemos perder de vista que os africanos estão há muito mais tempo naquele lugar e sempre sobreviveram”, argumentou.

Alunos falaram sobre a persistência do protagonista
Alunos falaram sobre a persistência do protagonista

Segundo Felipe, a escolha do filme foi muito acertada. Além de tratar do papel transformador da educação, é uma história de negros e filmada por um diretor que também é negro. “Dessa forma, abordamos também a questão do racismo, que é um dos pontos que precisamos trabalhar no campus”, comentou.

O cinedebate é uma das ações do projeto “Que CPII Queremos?” e  tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola, usando o cinema como ferramenta.

 

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Equipes de Geografia e História do HU2 realizam Jornada Pedagógica para Ensino Fundamental

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No dia 3 de agosto os alunos do Ensino Fundamental do Humaitá II participaram de uma Jornada Pedagógica organizada pelas equipes de Geografia e de História do campus. Como foi um sábado letivo, os professores planejaram uma série de atividades diferentes para tornar o dia prazeroso.

Para o 6º e o 7º ano foi organizada uma sala de jogos, onde os estudantes tiveram contato com diferentes materiais, produzidos pelos próprios alunos em 2019 e em anos anteriores. O desenvolvimento desses jogos faz parte da produção do Núcleo de Pesquisa em Práticas de Ensino de Geografia (Nuppeg), segundo informou a coordenadora da Equipe de Geografia do campus, Carolina Vilela.

 professora Stella Ferreira durante atividade com alunos do 6º ano
professora Stella Ferreira durante atividade com alunos do 6º ano

“Os jogos envolvem o conhecimento dos conteúdos, e sua elaboração é parte dos trabalhos da disciplina em diferentes momentos do ano”, explicou Carolina. As turmas do 6º ano de 2019 desenvolveram o jogo “batalha mineral”, no qual trabalham os conteúdos cartográficos, além de localizarem as principais reservas minerais do Brasil. Os alunos também jogaram o “Perfil Geográfico do Brasil” e o “Conhecer para Conquistar”, trabalhos de anos anteriores. “O envolvimento dos estudantes com esse jogos foi muito bom”, ressaltou a docente.

Em um segundo momento, foi proposto um Cinedebate a partir do filme “As Guerra de Palmares”, de  Luiz Bolognesi, que trata da resistência negra no Brasil. Essa atividade contou com a participação do  professor de Artes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro  (UFRRJ) Sandro Lopes, que também é diretor de filmes de animação infantil e criador dos personagens Nana e Nilo.

Além de conversarem sobre técnicas de animação, o tema do protagonismo negro no audiovisual foi abordado por Sandro e pelos professores das duas equipes. O evento contou também com a participação de alunos do Coletivo de Negrxs, do Campus Humaitá II.

Coletivo Negrex, formado por alunas do Humaitá II, participou do Cinedebate "As Guerras de Palmares"
Coletivo Negrxs, formado por alunas do Humaitá II, participou do Cinedebate “As Guerras de Palmares”

China

Para o 8º e o 9º ano também foram oferecidas atividades diversificadas. A primeira delas foi  uma  palestra sobre a China, com a bacharel em relações internacionais Angelica He. A palestrante  trocou algumas de suas experiências com os estudantes,  a partir de relatos e imagens, e os alunos puderam compreender melhor os desafios da China no mundo atual.

Outra atividade do dia foi um Cinedebate sobre “Tempos Modernos”, exibido para as turmas do 8º ano.  O professor Bruno Scheuenstuhl  utilizou o clássico filme de Charles Chaplin para discutir os efeitos da segunda Revolução Industrial.  Em seguida, foi aberto um espaço de debate, no qual foi possível relacionar o filme com os conteúdos trabalhados em Geografia.

Também foi realizada uma palestra sobre “Urbanismo Tático e Mobilidade Ativa, Bicicletas Compartilhadas e Bicicletas de Bambu”, com os  professores Adriana Sansão e Rodrigo Rinaldi de Mattos, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os docentes conversaram com os alunos acerca da importância da reflexão sobre a cidade, do uso do espaço público e da mobilidade urbana.

Professores da FAU falaram sobre 'Urbanismo Tático e Mobilidade Ativa, Bicicletas Compartilhadas e Bicicletas de Bambu'
Professores da FAU falaram sobre ‘Urbanismo Tático e Mobilidade Ativa, Bicicletas Compartilhadas e Bicicletas de Bambu’

Em um primeiro momento, os professores convidados explicaram o que é o urbanismo tático e apresentaram o estudo “Cadê a calçada General?”,  sobre o  processo de intervenção na rua General Góes Monteiro, em Botafogo, iniciativa do laboratório de intervenções temporárias LabiT, da FAU.

Em seguida, alunos da graduação do curso de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro  (UFRJ) –  alguns deles ex-alunos do Colégio Pedro II – apresentaram a pesquisa do projeto de extensão do qual fazem parte: Moboobike, grupo de pesquisa e extensão sobre bicicleta, bambu, compartilhar, mobilidade e a manufatura na industria. Eles falaram sobre a relevância do uso das bicicletas para a mobilidade urbana e do uso compartilhado deste meio de locomoção. Também abordaram a importância das bicicletas confeccionadas a partir do bambu.

Confira mais fotos do evento!!

 

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Alunos do HU2 assistem a documentário que fala sobre racismo e sua superação pela educação

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Alunos do 8º e 9º anos do Campus Humaitá II assistiram nesta terça-feira, 11 de maio, ao documentário “A Pedra”, de Davidson Davis Candanda, que aborda três histórias de resistência ao racismo por meio da educação. Foram duas sessões, seguidas de debate com uma das personagens do filme, a professora de Português e Literatura Heloise da Costa Silva.

A projeção do documentário foi uma das ações do Cine-debate 2019, um dos GTs do “Que CPII Queremos?”, que tem como objetivo abordar as questões que perpassam o cotidiano da escola utilizando o cinema como ferramenta. Em 29 de abril, o filme também foi exibido para professores e servidores do campus. “Pretendemos com esse GT criar mais um espaço de diálogo e reflexão para a comunidade escolar do Humaitá II”, explicou o coordenador do GT, Felipe Dezerto. A iniciativa conta com o apoio do Setor de Orientação e Educacional e Pedagógica (Soep).

Heloise da Costa e Felipe Dezerto
Heloise da Costa e Felipe Dezerto (Francês)

Depois das sessões, Heloise conversou com os alunos, que fizeram comentários e perguntas sobre o racismo. Heloise contou sobre o projeto ‘Entrelivros’, desenvolvido com alunos do Ensino Fundamental (primeira fase) em uma escola da Vila Cruzeiro, na Penha, e do qual participa como voluntária desde 2014. “No começo era apenas um projeto de promoção do hábito da leitura, mas percebemos que as crianças tinham problemas com o pertencimento racial. Passamos então a trabalhar com literatura infantil afro-brasileira”, explicou.

Segundo a professora, hoje já é possível perceber uma pequena mudança no pertencimento e aceitação das crianças. “Muitas meninas já deixaram de alisar os cabelos e aderiram às tranças, turbantes ou simplesmente os deixam natural. Os meninos usam cabelo black ou dread”, comentou.

Professora Fernanda Brack, Frânces, falou sobre os esteriótipos das mulheres na mídia e na moda
Professora Fernanda Brack (Francês) falou sobre os esteriótipos das mulheres na mídia e na moda
Professor Leandro, Artes Visuais, fala sobre o protagonismo dos negros nas artes pláticas
Professor Leandro Sousa (Artes Visuais),fala sobre o protagonismo dos negros nas artes plásticas

Resistência

Heloise também falou que o combate ao racismo não deve se limitar aos negros. Toda a sociedade, observou, precisa lutar contra essa realidade perversa que existe no país. “Não somente contra o racismo, mas também contra diversos tipos de preconceitos, como a homofobia. Só não concordar não vale. É preciso combater essas práticas”, opinou a professora, ressaltando que   a falta de informação é um dos fatores do racismo. “Existem pessoas que nem se reconhecem como racistas”, sentenciou.

A sessão da manhã contou com a participação dos alunos do 8º ano
A sessão da manhã contou com a participação dos alunos do 8º ano e das professoras Conceição Leal (Biologia), ao centro, e Milena Tibúrcio (Ed. Musical), à direita

O racismo está presente até mesmo na linguagem, na opinião da professora. “Tenho uma preocupação muito grande com a linguagem, porque ela contribui muito com o fortalecimento dos estereótipos. Dizer, por exemplo, que os negros no Brasil são descendentes de escravos é não contar toda a verdade, não dizer que eles foram escravizados e, antes disso, sequestrados”, enfatizou.

O coordenador do Cine-Debate, Felipe Dezerto, reforçou a fala de Heloise, lembrando que a História do Brasil foi escrita pelos brancos. Para Felipe, o combate ao racismo deve ser feito no dia a dia, principalmente no cotidiano escolar, mas também são necessários debates sobre o lugar do negro na sociedade e seu protagonismo.  “Devemos todos ser promotores da igualdade no nosso campus”, afirmou.

Professores Conceição Leal,  Biologia, Bernardo Sansevero, Filosofia, e  Daniel de Azevedo, Geografia
Professores Conceição Leal (Biologia), Bernardo Sansevero  Filosofia) e Daniel de Azevedo (Geografia)

O que disseram os alunos…

“Esse documentário me deixou triste, principalmente por saber que os alunos da Heloise não gostavam de ser negros”.

João Victor Bem Senõr Machado, 8º ano.

João Victor Ben Señor Machad
João Victor Ben Señor Machado

“Acho importante conversar sobre racismo. Os negros precisam ter os mesmos espaços dos brancos.”

João Victor Freitas, 8º ano.

“Já sofri bullying por ter o cabelo black power, quando era mais comprido. Eu acho legal ser negro. Gosto de mostrar que existimos.”

Diego Donizeti de Lima, 8º ano.

Diego Donizeti de Lima (óculos) e João Victor Freitas
Da esquerda para direita: Diego Donizeti de Lima e João Victor Freitas

“Minha tia me contou que quando era criança uma professora levou para a sala uma boneca de cor preta. No lugar do cabelo tinha Bombril.”

Beatriz Salz, 9º ano (foto da capa).

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