Professores e ex-alunos do CPII participam da XIII Semana do Provoc

 

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O ex-aluno Yuri (3º da esquerda para a direita) com o professor Marcello e demais membros da banca

 

Entre os dias 7 e 11 de maio, aconteceu a XIII Semana do Programa de Vocação Científica (Provoc), onde os estudantes participantes defenderam seus projetos. O evento contou com a presença dos professores Elizabeth Pasin, do Campus Duque de Caxias, e Marcello Spolidoro, do Campus São Cristóvão III, ambos do Departamento de Biologia e Ciências, que participaram como membros de bancas.

 

O Programa Vocação Científica (Provoc) da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Fiocruz, chegou aos seus 30 anos mostrando que continua entusiasmando jovens a seguirem carreiras nas mais diversas áreas da Ciência. O programa é aberto à participação de diversas escolas conveniadas e se destina a alunos que estejam cursando o Ensino Médio e tem como objetivo criar oportunidades para que os estudantes, ainda na Educação Básica, possam vivenciar a área de pesquisa em ciências. Os jovens aprendem como é a rotina de um pesquisador com suas práticas laboratoriais e também lidam com as limitações e as frustrações inerentes aos resultados obtidos em seus trabalhos.

 

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FOTO: Davi (ao centro) com a professora Elizabeth (a 6ª da esquerda para a direita da foto), demais membros da banca, familiares e com a coordenadora do Provoc, Cristiane Nogueira Braga (a 2ª da esquerda para a direita)

 

A participação dos estudantes no programa é anual e as inscrições para o ano letivo de 2018 vão até o dia 16 de maio. Os interessados devem entrar em contato com o Setor de Supervisão e Orientação Pedagógica (Sesop) do seu campus, para ter mais informações sobre o ingresso.

 

A professora Elizabeth é doutora em Ecologia e foi convidada para a banca dos ex-alunos do Campus Duque de Caxias, Davi Almada e Larissa do Nascimento, que desenvolveram pesquisas na área de Biologia/Parasitologia. Ela relatou que ficou impressionada com a qualidade dos trabalhos desenvolvidos e com o compromisso que os estudantes tiveram no desenvolvimento de suas pesquisas. A professora ficou surpresa ao constatar que, dentre os 36 bolsistas do programa dos biênios 2016/2018 e 2017/2019, provenientes de escolas públicas e particulares, 28 eram alunos Colégio Pedro II. “Muitos de nossos alunos participam do Provoc e acredito que seria interessante travarmos um contato mais próximo com a coordenação do programa, de modo a trocarmos impressões sobre o efeito da formação científica para esses jovens, como ela se reflete nas suas escolhas profissionais e como essa formação impacta (positivamente) o cotidiano escolar. Na escola, tanto o Davi quanto a Larissa eram alunos dedicados, estudiosos e com alta capacidade crítica, contribuindo com questionamentos interessantes nas aulas de Biologia. Hoje Davi cursa Biologia na UNIRIO e Larissa cursa Medicina na UFRJ”, contou.

 

“Eu sempre gostei de Biologia e sempre tive vontade de ser biólogo, mas havia incertezas. Os meus anos de Provoc serviram para acabar com elas e para me encontrar em um lugar em que pude aprender demais e conhecer pessoas importantíssimas em minha formação”, falou o ex-aluno Davi Almada sobre sua participação no programa.

 

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FOTO: Larissa e a professora Elizabeth (3ª e 4ª da esquerda para a direita, respectivamente)

 

Para Larissa, “Ciência é um instrumento transformador capaz de despertar genuinamente o âmago investigativo e o anseio pela descoberta”. Ela acrescentou que “em 2015, quando fui selecionada para o PROVOC, ainda não tinha concepção do amadurecimento pessoal pelo qual eu passaria ao longo de todo o processo”.

 

Mestre em ensino de Ciências, Marcello também se mostrou surpreso com a quantidade de estudantes do CPII vinculados ao programa. “O público do colégio imperial estava em maioria e apresentaram trabalhos bem elaborados e com conteúdos relevantes”. O professor acrescentou que avaliou o trabalho de Yuri Costa de Meneses, que foi seu aluno em SCIII, na 2ª e 3ª série: “É prazeroso demais ver um ex-aluno apresentando seu produto científico com maturidade, organização e, sobretudo, paixão. Ao final da avaliação, Yuri comentou que o programa mudou sua vida e o fez ter a certeza sobre a área que deveria seguir na faculdade”.

 

 

 

Assessoria de Comunicação Social

 

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