Alunos do CPII foram premiados na Olimpíada da Fiocruz

Premiação Fiocruz2Os vencedores do Prêmio Ano Oswaldo Cruz 

 

Os alunos Andreza Reis, Acauã Pozino, Maria Luiza dos Santos, Renata Tavares, Francisco Lacerda, Maui Braga e Eduardo Batista, do Campus São Cristóvão III, foram premiados na 9ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o projeto "Conscientização para todos da gravidade da Doença de Chagas”. Os jovens concorreram com mais 1227 inscrições de centenas de escolas do país e conquistaram o Prêmio Ano Oswaldo Cruz, destinado a trabalhos que utilizassem como base bibliográfica obras realizadas na Fiocruz.

 

A cerimônia de premiação foi realizada no dia 27 de novembro, no auditório do Museu da Vida. Além de integrantes do grupo de pesquisa vencedor, alunos da 2ª série também acompanharam a celebração, que reuniu professores e estudantes de várias regiões do Brasil. No palco para receber o troféu, o professor de Biologia Marcello Spolidoro, orientador do trabalho, puxou a tabuada, que foi seguida pela plateia do CPII.

 

Premiação FiocruzProfessor Marcello Spolidoro e os alunos do CPII que acompanharam a premiação

 

A Olimpíada, promovida bienalmente pela fundação, tem como objetivo estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares em instituições de ensino, mobilizar estudantes em direção ao protagonismo como cidadãos e ajudar na promoção da saúde, da sustentabilidade e na redução das desigualdades. 

 

O projeto premiado consistiu em um livro ilustrado, elaborado pelos próprios alunos, que aborda a questão da doença de Chagas na região de Barcelos, município do Amazonas, situado próximo ao Rio Negro. Foi criado um enredo com personagens e contextos locais mostrando a dinâmica da enfermidade entre os indivíduos envolvidos na história. Os estudantes receberam orientações específicas sobre a doença e sobre a região das pesquisadoras Ângela Junqueira e Amanda Coutinho, ambas do Laboratório de Doenças Parasitárias da Fiocruz. Como material de inclusão, foi feita uma versão do livro em braile e uma música composta pelo grupo com a temática da doença de Chagas traduzida em libras.

 

O aluno Acauã Pozino, da turma 1305, contou sobre a importância de fazer o material em braile. “Achei legal fazer o material em braile para região do Amazonas, porque pode ser a única saída para muitas crianças e jovens de lá que não enxergam. No Brasil, a nossa alternativa ao braile é o uso de eletrônico. Mas numa região como o Rio Negro… é complicado contar com isso”.  

 

Eduardo Batista, da turma 2206, falou sobre o significado de ter participado da Olimpíada. “Essa olimpíada foi muito importante para ampliar nosso conhecimento e foi uma experiência inesquecível”, afirmou.

 

 

 

Assessoria de Comunicação Social

 

 

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