Grupo de Trabalho – pós pandemia

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RETOMADA DOS TRABALHOS DO GT PÓS PANDEMIA DO CAMPUS E INFORMES DO GT CENTRAL

 

Prezada Comunidade Escolar,

 

A Direção Geral tem o dever de informar que solicitou aos representantes do nosso GT Pós Pandemia do Campus a retomada dos trabalhos sobre as condições de biossegurança e análise de nossa estrutura, visando um possível retorno presencial.

Destaca-se que nosso campus foi um dos primeiros a oficializar o Grupo de Trabalho e, pela atuação comprometida com nossa comunidade e brilhantismo do trabalho dos representantes do GT, também fomos os primeiros a tornar público o Protocolo de Acesso e Trabalho do Centro de Inclusão Digital (em 2020) e o Protocolo de Acesso ao Campus (em 2021).

Importante frisar que todas as ações do Campus seguem os estudos epidemiológicos oficiais e as normativas exaradas pela Reitoria do Colégio Pedro II. Assim, estamos garantindo o respeito a vida e segurança de nossa comunidade e a isonomia didático-administrativa entre os Campi.

Desta feita, com o objetivo de melhorar a comunicação e respeitar a autonomia do GT Pós Pandemia, além de organizar as demandas e otimizar a comunicação, seguem os nomes dos representantes de cada segmento para contato via o e-mail gtcovid.cr2@cp2.gov.br.

Representante Institucional (Direção)

Rogério Mendes (Dir. Pedagógico)

Evelyn Barcellar (Dir. Administrativa)

Thiago (Gabinete Médico)

Representante Técnico Administrativo

Alexander Lúcio (Prefeito do Campus)

Danilo Menegussi (SGP)

Representante Docente

Ricardo Cotrim

Representante Responsáveis

Fernanda Rodrigues (Ens. Fundamental)

Representante Estudantes

Ana Bia (Grêmio)

Jamilly (Grêmio)

Representante NAPNE

Renata (chefe do Setor)

 

RESUMO DA RETOMADA DOS DEBATES NO GT CENTRAL

Na primeira reunião do GT COVID Central, diante da falta de representação de todos os campi, foi solicitada a retomada dos trabalhos e o envio dos nomes das representações para o começo de novos debates.

Em segunda reunião, foi verificada a necessidade de uma segunda análise do documento “Proposta de Diretrizes Gerais acerca dos Protocolos Sanitários dos campi/CREIR para os Cenários Pós-Pandemia no Colégio Pedro II”, sendo levantados os seguintes pontos:

  • possível retorno presencial;
  • obrigatoriedade na apresentação da carteira de vacinação para o retorno;
  • variante Delta;
  • novidades sobre estudos do vírus em relação à permanência no ambiente e superfícies;
  • viabilidade de distribuição de máscaras N95 pelo Colégio e alteração para máscara descartável;
  • setores que permanecem em trabalho exclusivamente remoto/ híbrido/presencial;
  • logística de atividades pedagógicas;
  • organização do horário do recreio;
  • verificar se o refeitório tem condições de receber o quantitativo de alunos, respeitando o distanciamento de 2 metros.
  • verificar a existência de máscaras que possibilitam a leitura labial (desde que com eficácia comprovada contra COVID-19).

Em ambas as reuniões o Campus esteve representado por membros do nosso GT.




Prezados responsáveis,
Aos que não puderam participar das reuniões com o Grupo de Trabalho do campus Realengo II, segue abaixo a ATA do que foi debatido nesses encontros, se houver alguma dúvida, entre em contato com a direção no e-mail cre2@cp2.g12.br

ATA – Encontro Virtual 6º ano e 7º ano

ATA – Encontro Virtual 8º ano e 9º ano

ATA – Encontro Virtual 1ªsérie e 2ª série

ATA – Encontro Virtual 3ª série

O GT esclarece que foi formado em um contexto de urgência, na qual o isolamento físico se impõe como uma prerrogativa e também dificulta a comunicação mais ampla e eficiente. Na falta do Conselho escolar, no qual haveria a representatividade dos responsáveis, o representante dos pais foi escolhido por sorteio dentre os responsáveis que se mostraram mais presentes no dia a dia escolar antes da quarentena. Uma vez sorteado, recebeu um e-mail convidando-o a participar do GT, convite o qual aceitou.

O GT compreendeu a necessidade de comunicar com mais clareza suas discussões e deliberações e, para tal, decidiu abrir dois meios de comunicação:

1. Publicação no blog do colégio dos relatos das reuniões do GT (que têm ocorrido toda terça-feira, desde o dia 9 de julho);

2. Selecionar um representante de pais por cada série da educação básica que possa entrar em contato, por e-mail, com o representante dos responsáveis, a fim de filtrar/organizar as demandas e otimizar a comunicação.

O objetivo do GT é elaborar um documento detalhando as condições do campus e sugerir ações para um retorno seguro, no momento adequado, para o GT central que irá se formar com representações de todos os campi. Ressaltamos também que o GT do campus não é deliberativo, tendo apenas o papel de indicar/sugerir ações para o GT central.

O GT reconheceu não ser instância deliberativa e, portanto, não lhe caber decidir o momento da reabertura. Embora tenha deixado claro que o momento ideal de abertura seria quando estivesse desenvolvida e pronta uma vacina ou medicamento eficaz para a covid-19, reconheceu que o retorno provavelmente irá ser determinado por instâncias superiores deliberativas antes disso. Portanto, o GT deliberou avaliar estes três critérios para verificar alguma segurança mínima para a reabertura:

a. Curva descendente de vítimas fatais;

b. Disponibilidade de leitos de UTI (ver a condição ideal);

c. Índices de transmissão do novo coronavírus (ver a condição ideal).

De acordo com os valores desses critérios, o GT se posicionará sobre a viabilidade da reabertura (reconhecendo-se, novamente, não ser instância deliberativa).

O gabinete médico elaborou um documento no qual constam 27 pontos que precisam ser implementados para haver viabilidade de funcionamento seguro do campus e redução do risco de transmissão. Esse documento foi encaminhado ao GT durante a reunião.

Durante a leitura, foram levantados vários problemas, como a falta de ventilação dos blocos B e C, a viabilidade de se usar os bebedouros nesse momento, a necessidade de se reduzir o número de alunos por turma (determinando um número máximo de estudantes) para evitar aglomerações e o risco de contaminação dos professores, que, em tese, são aqueles que correm maior risco, por entrarem em várias turmas e terem contato com muitos alunos no mesmo dia. O diretor administrativo disse que o campus estuda a possibilidade de alugar aparelhos que medem a temperatura a 5/6 metros de distância. Outro problema levantado foi a redução do quantitativo dos funcionários da limpeza, que será crítico quando as aulas retornarem. Como garantir a limpeza adequada dos espaços com número reduzido de funcionários?

Falo-se também da possibilidade de professores só trabalharem em um turno para diminuir a exposição, e a quantidade de máscaras.

O Grêmio também elaborou documento com sugestões e, dentre elas, sugeriu horários diferenciados, por séries, para a entrada e saída do ensino médio (propondo, segundo protocolos adotados por países como Portugal e China, o retorno inicial apenas do ensino médio). Também sugeriu que o recreio fosse estendido de vinte para trinta minutos, por entender que um tempo maior reduziria riscos de aglomeração. Ponderou-se que professores de várias disciplinas dão aulas em séries diferentes, o que dificulta a construção de um horário escalonado.

Falou-se da ideia dos estudantes levarem sua refeição para comer em casa.

Questionou se oferecer 3h diárias de aula seria suficiente para dar conta das 8h necessárias para o cumprimento do ano letivo de 2020.

Entretanto, as 800h não precisam ser cumpridas apenas com aulas presencias; os trabalhos que os alunos farão em casa podem entrar nessa contabilidade, até porque cumprir as 800h somente com aulas presenciais iria tornar o processo inviável.

Foi debatido o uso dos bebedouros: Dr. Thiago disse que é difícil proibir, embora admita que o ideal é não usar. O diretor administrativo disse que fez a aquisição de novos bebedouros, que só poderão ser utilizados com copos ou garrafas. Alertou-se para a dificuldade de fiscalização no uso dos bebedouros, um local de grande risco de contaminação se não for usado seguindo os protocolos de segurança. Dr. Thiago sugeriu reduzir o número de bebedouros.

Perguntou-se sobre a possibilidade de fazer testagem em todos, professores e servidores, no retorno. Dr. Thiago falou que isso seria o ideal, no entanto não sabe se o colégio teria condições de comprar testes para todos nem imagina como poderia ser feita a logística para testar todos. Aparelhos de medição de temperatura seriam bons para um maior controle na entrada da escola.

Priscila novamente reiterou a necessidade de se fazer rodízio dos estudantes, para evitar aglomeração.

O GT lembra que o colégio precisa pensar em formas de atendimento aos estudantes que não poderão voltar na reabertura das escolas por motivo e saúde, bem como no atendimento aos estudantes do NAPNE, e disse que estamos em um momento de repensar todo o conceito de escola: sua estrutura, sua organização e o currículo, sabendo-se que o conteúdo nesse momento não é uma prioridade diante de tudo que precisa ser redesenhado.

Paula Cruz e Daniel (grêmio estudantil) foram designados para compor o GT Central, conforme solicitado pela direção do Campus.

Os diretores administrativos dos campi estão preocupados com a compra de insumos para a higienização dos espaços, pois é algo emergencial e não se sabe se haverá verba suficiente. Ainda não se sabe a quantidade necessária de álcool em gel, por exemplo, mas eles estão fazendo esse cálculo.

Foi realizada a medição das salas feitas durante a semana passada por dois membros do grêmio. Segundo as medições feitas e levando em conta o distanciamento seguro, nas salas menores deveria haver apenas 9 alunos e nas maiores, apenas 16. Os únicos blocos com condições de funcionamento são os blocos A e B (nesse, duas salas devem ser interditadas, por não possuir janelas). As salas do bloco C devem ser interditadas por não apresentar ventilação.

O grupo percebeu a necessidade de delegar ações para cada integrante, a fim de otimizar o mapeamento das condições do campus: Ricardo e Daniel ficaram responsáveis por elaborar um formulário a ser preenchido pelos estudantes, verificando, dentre outras coisas, se apresentam doenças crônicas ou alguma comorbidade que os impossibilitem de voltar; Gilvânia ficou encarregada de fazer o levantamento de quantos servidores responderam ao questionário de saúde e quais deles teriam condições de voltar; Renata e Paula ficaram encarregadas de ir ao colégio verificar que outros espaços poderiam ser transformados em sala de aula (houve a sugestão da biblioteca, do auditório de música e de algumas salas do bloco C com portas de vidro, por possuírem ventilação); Yan ficou responsável por verificar o número correto de estudantes por turma; Marcos ficou responsável por ver quantos funcionários da limpeza o campus terá e qual seria o número ideal para garantir a higienização segura dos ambientes; Priscila ficou responsável por redigir os relatórios e esclarecimentos acerca das ações do GT.

Foi debatido e aprimorado o formulário desenvolvido pelo professor Ricardo e pelo aluno Daniel. O formulário já foi enviado por e-mail e tivemos os seguintes resultados:

O GT debateu a nota oficial 002 escrita pelo reitor e chegou a conclusão de que só deve debater os aspectos pedagógicos e de apoio cognitivo dos alunos após a normatização pelo CONSUP e aguardando também nova reunião do GT central, seguindo as determinações do que consta nessa nota.

E-mail de contato: gtcovid.cr2@cp2.gov.br

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