GRAFITES URBANOS COMO MEMÓRIA E PATRIMÔNIO TRILHANDO OS “CAMINHOS DA HISTÓRIA IMAGINADA”

Marcelo da Silva Araújo

Resumo


Originalmente uma comunicação oral apresentada no V Encontro Nacional Perspectivas do Ensino de História, em 2004, o texto parte de um trabalho etnográfico sobre juventude e grafite de muros, atendo-se, contudo, a apenas algumas de suas particularidades. As representações da linguagem visual do grafite de muros podem servir, entre outras tantas potencialidades, para fomentar certa modalidade de educação patrimonial. A partir de uma perspectiva antropológica, as discussões objetivam refletir sobre as particularidades da existência da referida manifestação visual nos espaços das cidades e suas interseções com o ensino de história. Desejamos, com isso, dizer que os grafites viabilizam uma forma de aprendizado, cujo objetivo é prospectivo e compõe práticas do fazer na produção de discursos, formas de pensamento e de comportamento sociais, promovendo uma nova memória visual do ambiente experimentado.


Palavras-chave


Grafite de muros; memória; patrimônio; ensino de história

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