“OS PAIS PODEM VIR E NÃO PRECISA ESTAR COM A ROUPA NA COR DA ESCOLA”: AFINAL, O QUE QUEREM AS CRIANÇAS?

Gabriela Scramingnon, Katia Bizzo Schaefer, Liana Pereira Borba dos Santos, Maria Clara Camões

Resumo


Este trabalho pretende discutir o lugar da infância no cotidiano da Educação Infantil, compreendendo a escuta como princípio para a construção de práticas no trabalho com as crianças no Centro de Referência em Educação Infantil Realengo (CREIR) do Colégio Pedro II. Na instituição organizou-se um Conselho de Alunos Representantes de Turma (CART) – já existente em outros segmentos da Educação Básica do Colégio Pedro II –, que configura espaço de produção de discursos, de diálogo e de encontro com as crianças. Ao vivenciar essa prática, com a intenção de nós, adultos, olharmos para os enunciados das crianças, tornaram-se evidentes alguns desvios, surpresas e lugares por onde elas podem nos conduzir. O texto traz alguns recortes e reflexões deste cenário, finalizando com algumas das provocações que surgiram no âmbito dessa experiência, que revelam a possibilidade de trilhar novos caminhos.


Palavras-chave


Escuta; Diálogo, Lugar da infância.

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DOI: http://dx.doi.org/10.33025/praticasei.v2i2.1155

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